Sistema de censo pedagógico para as atividades complementares do contraturno — musicalização, esporte, teatro, robótica e reforço. Planejamento, chamada, avaliação por indicador e relatório de prestação de contas, com IA que lê a evolução do aluno ao longo do ano.
A escola oferece musicalização, esporte, reforço — e no fim do ano precisa provar o que mudou na criança. Só que o que mudou está espalhado em caderno, grupo de WhatsApp e na memória de quem deu a aula.
Chega o prazo da secretaria e alguém passa a semana juntando caderno de chamada e lembrança de professor pra montar um documento que devia ser consequência do ano, não um trabalho à parte.
Quem acompanhou a criança por dois anos sabe o que ela superou. Quando essa pessoa troca de escola, nada disso fica — o professor novo recomeça do zero com um aluno que já tinha história.
Laudo em pasta compartilhada, lista de aluno em planilha que roda por e-mail. São dados pessoais de menor — e laudo é dado sensível pela LGPD. A escola responde por isso mesmo sem ter escolhido a ferramenta.
Os três níveis de planejamento vivem no mesmo lugar e conversam entre si: o anual orienta o mensal, o mensal orienta a aula. A coordenação enxerga a linha inteira sem pedir arquivo pra ninguém.
Marcar as exceções é mais rápido do que marcar todo mundo — e o professor preenche isso com a turma ainda na sala, não em casa à noite. Registro da aula e chamada na mesma tela, numa ação só.
Musicalização não se mede com nota de prova. Cada área tem a própria lista do que se avalia — e o professor pontua indicador por indicador, aula após aula, formando uma curva de evolução em vez de um conceito no fim do bimestre.
O aluno com laudo tem plano de ensino individualizado dentro do sistema — mas o laudo não aparece em listagem nenhuma, e cada abertura do documento fica registrada em log. Quem precisa acompanhar, acompanha. Quem não precisa, não vê.
Nada roda sozinho ao salvar um registro. O professor clica numa ação nomeada e recebe uma leitura da evolução do aluno, um panorama da turma ou uma sugestão de plano. A decisão pedagógica continua inteira com quem está na sala.
Quem registrou aula o ano inteiro não monta relatório na véspera: ele já existe. E a secretaria enxerga a rede toda num painel só — sem que nenhum dado individual de criança saia da escola onde ela estuda.
Escola pública trabalha com o tipo de dado que a LGPD trata com o maior rigor previsto em lei: dado pessoal de criança e adolescente (art. 14) e dado de saúde, que é dado sensível (art. 11). O Censo IA foi construído em cima disso — não foi adaptado depois.
O arquivo do laudo não fica acessível por endereço público. Ele passa por uma rota que exige sessão ativa e registra cada acesso em log: quem abriu, de qual aluno, em que dia e hora. Se alguém precisar auditar quem viu o quê, a resposta existe.
Nenhuma tela de lista mostra quem tem laudo. A informação vive apenas dentro do módulo de inclusão, para quem tem permissão de estar ali. Ninguém descobre a condição de saúde de uma criança passando os olhos numa tabela.
Quando o professor pede uma análise, o aluno vai identificado apenas pelo primeiro nome. Nome completo, endereço, CPF e responsáveis não entram no prompt. O documento do laudo nunca é enviado — vai só a necessidade pedagógica descrita pelo professor, nunca o CID isolado como rótulo.
Tudo o que foi enviado à IA fica visível numa aba de auditoria, na própria tela da análise, para coordenação e direção. Não é preciso confiar na nossa palavra sobre o que trafegou: dá pra ler exatamente o que saiu da instalação.
Não existe base compartilhada entre escolas. Cada unidade roda a própria instalação, com o próprio banco de dados. Uma escola não consegue consultar o aluno da outra nem por engano — o isolamento é de arquitetura, não uma configuração que alguém pode errar.
O QR Code do aluno é um atalho, não uma porta de entrada. Escanear sem estar logado leva ao login — e só depois à ficha. Um crachá esquecido em cima da mesa não abre o histórico pedagógico de uma criança pra quem passar por ali.
Privacidade aqui não é uma cláusula no contrato: é a forma como o sistema foi desenhado. A escola continua sendo a controladora dos dados — nós operamos a ferramenta, e ela foi feita para que a escola consiga responder qualquer pergunta que a LGPD dê ao responsável o direito de fazer.
Foi pensado para um contexto específico. Somos diretos sobre isso — inclusive sobre quando não faz sentido.
A gente instala, configura as áreas e os indicadores da rede e treina a equipe. O professor aprende a usar em uma aula — porque a tela dele foi feita curta de propósito.
Quais atividades existem, quantas escolas, quantos professores e o que a secretaria precisa provar no fim do ano. A gente entende antes de configurar qualquer coisa.
Ativamos as áreas que a rede oferece, ajustamos os indicadores de cada uma e cadastramos turmas e professores. Cada escola sai com a própria instalação e o próprio banco.
Treinamento com a equipe pedagógica e suporte direto nas primeiras semanas. Depois disso o sistema continua evoluindo junto com a rede — módulo novo chega sem reinstalar nada.
Da ficha do aluno ao painel da secretaria, cada tela foi pensada pra quem vai usar ela de verdade — inclusive o professor que tem 10 minutos entre uma turma e outra.
Sistema de gestão escolar genérico atende matrícula, boletim e mensalidade. Nada disso é o problema do contraturno. O Censo IA nasceu para a pergunta que a rede pública precisa responder: o que mudou nessa criança ao longo do ano — e como provar isso.
Não publicamos tabela de preço porque não existe uma que sirva: o que define o projeto é quantas escolas entram, quantos alunos são atendidos e quais áreas a rede vai ativar. No diagnóstico gratuito a gente entende isso e devolve uma proposta fechada, com a documentação que o processo de contratação exigir.
Sim, e essa foi a premissa do projeto, não um ajuste posterior. Cada escola roda a própria instalação com o próprio banco — não existe base compartilhada. Laudo é tratado como dado sensível (LGPD art. 11): não aparece em listagem nenhuma, o arquivo nunca é servido por link direto e cada abertura fica registrada em log com autor, aluno, data e hora. Segredos do sistema são cifrados em AES-256-GCM, senhas usam bcrypt, toda consulta ao banco é parametrizada e cada tela verifica permissão no acesso ao dado, não só no menu. A escola continua sendo a controladora dos dados.
Muito menos do que se imagina. O aluno vai identificado apenas pelo primeiro nome. Nome completo, endereço, CPF e dados dos responsáveis não entram no prompt em nenhuma hipótese. O documento do laudo nunca é enviado — vai só a necessidade pedagógica que o professor descreveu com as próprias palavras, nunca o CID isolado como rótulo. E tudo o que saiu fica visível numa aba de auditoria na própria tela da análise, pra coordenação conferir: não é preciso confiar na nossa palavra, dá pra ler. A instrução do modelo proíbe explicitamente diagnosticar, indicar tratamento, interpretar laudo ou dar nota ao aluno.
Não. O Censo IA é do contraturno e das atividades complementares — musicalização, esporte, teatro, robótica, reforço. Ele não emite boletim nem controla nota do currículo regular. Onde a rede já tem diário oficial, os dois convivem: um cuida do turno, o outro cuida do que acontece fora dele e hoje não fica registrado em lugar nenhum.
Não. Musicalização é a área que já vem ativa, mas artes, dança, teatro, robótica, esportes, contraturno, reforço escolar e projetos sociais já vêm prontos, só desativados. Atender uma frente nova é ligar a área e ajustar os indicadores dela na tela de configuração — sem desenvolvimento, sem custo extra e sem esperar atualização do sistema. Cada área tem a própria lista do que se avalia: esporte mede cooperação e respeito às regras, teatro mede oralidade.
Pelo painel integrado. Cada escola autoriza a exposição de um resumo, e a instalação da secretaria consolida a rede numa visão só. O que trafega são apenas números agregados: contagem de alunos, turmas e professores, frequência média, média geral e resumo por área. Nenhum registro individual de aluno, professor, laudo ou ocorrência sai da escola. A unidade pode revogar a autorização a qualquer momento.
Não. Roda em hospedagem compartilhada comum, sem exigência de servidor dedicado. E funciona no celular do professor como aplicativo instalado, sem passar por loja de aplicativos — inclusive com aviso quando a turma tem aula hoje e o registro ainda não foi feito.
A trajetória do aluno fica. Professor com registros nunca é excluído do sistema, apenas desativado — a autoria do que ele registrou é preservada, e quem chega encontra o histórico completo da turma em vez de recomeçar do zero. Vale o mesmo pra turma com aulas e aluno com histórico.
Começa pelo diagnóstico gratuito: a gente entende quantas escolas entram, quantos alunos são atendidos e quais áreas a rede vai ativar. A partir daí montamos a proposta com o escopo fechado e a documentação que o processo de contratação exigir. A primeira escola costuma estar operando entre 7 e 14 dias, contando configuração das áreas e treinamento da equipe.
Conte como funciona o contraturno na sua rede hoje. A gente entende antes de falar qualquer coisa de sistema — sem pressão, sem script de venda.
Se não fizer sentido pra sua rede agora, te dizemos isso também.